Em 2025, consumidores de São Paulo têm enfrentado aumentos inesperados em suas contas de água, muitas vezes atribuídos a vazamentos ocultos. Esses vazamentos, por ocorrerem em locais de difícil acesso como tubulações internas ou subterrâneas, podem passar despercebidos por longos períodos, resultando em desperdício significativo de água e elevação nos custos mensais.
Davi Sandro de Oliveira, técnico especialista em caça vazamentos da empresa ND Caça Vazamentos na Zona Leste, alerta: “Verificar regularmente o hidrômetro pode ajudar a identificar consumos anormais. Além disso, consertar vazamentos ocultos e aparentes é fundamental para evitar uma conta de água alta.”
Para detectar possíveis vazamentos de água, especialistas recomendam procedimentos simples:
Feche todas as torneiras e desligue aparelhos que utilizam água.
Observe o hidrômetro: se continuar registrando consumo, é provável que haja um vazamento oculto.
Realize inspeções visuais: procure por manchas de umidade, mofo ou rachaduras em paredes e pisos, que podem indicar a presença de vazamentos.
A Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado de São Paulo (ARSESP) informa que um furo de apenas 2 mm em uma tubulação pode desperdiçar até 96.000 litros de água por mês, representando um acréscimo significativo na conta de água.
Além do impacto financeiro, vazamentos ocultos podem comprometer a estrutura dos imóveis, causando danos como infiltrações e deterioração de materiais. Portanto, é essencial adotar medidas preventivas e realizar manutenções periódicas nas instalações hidráulicas.
Caso um vazamento de água seja identificado, é recomendável buscar assistência profissional para a detecção e reparo adequados, evitando intervenções desnecessárias e garantindo a resolução eficaz do problema.
Manter a vigilância constante e adotar práticas de consumo consciente são estratégias que protegem o consumidor contra aumentos inesperados na conta de água e contribuem para a conservação dos recursos hídricos.
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MARCOS MOREIRA CANGUSSU
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