Desde o início de 2025, empresas brasileiras têm enfrentado aumentos significativos nos custos logísticos, impactando diretamente suas operações e margens de lucro. Dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) revelam que o custo médio do frete rodoviário subiu 13,7% no primeiro trimestre do ano, impulsionado por fatores como reajustes no preço do diesel, aumento de pedágios e escassez de mão de obra qualificada no setor.
O impacto direto dessa alta tem sido sentido por indústrias e comércios que dependem da movimentação diária de mercadorias. Com margens cada vez mais pressionadas, cresce a demanda por transportadoras que ofereçam soluções eficientes, rastreamento em tempo real e gestão inteligente de rotas.
Everaldo Alves Correia, CEO da SegBem Transportes – Transportadora em São Paulo, destaca a importância de parcerias estratégicas: “Empresas devem buscar transportadoras que ofereçam soluções personalizadas e flexíveis, adaptando-se às necessidades específicas de cada cliente para garantir eficiência e redução de custos.”
Além dos custos, o Brasil enfrenta desafios operacionais significativos. Atrasos em portos, estradas congestionadas e furtos de carga em rodovias estratégicas aumentaram em 2025, exigindo planejamento e reforço na segurança. Empresas que negligenciam essa etapa logística têm perdido prazos de entrega e, em muitos casos, contratos importantes.
Transportadoras que investem em tecnologia têm ganhado destaque. Rastreamento via aplicativo, paineis com visibilidade em tempo real e relatórios de performance são recursos que permitem ao contratante acompanhar todo o processo e agir rapidamente diante de qualquer imprevisto.
A recomendação de especialistas é clara: em tempos de instabilidade econômica e altos custos operacionais, empresas precisam tratar a logística como parte estratégica do negócio. Contratar um serviço de transporte não é apenas uma questão de preço, mas de confiabilidade, eficiência e parceria a longo prazo.
Diante de um cenário desafiador e volátil, companhias que contam com transportadoras estruturadas conseguem manter sua competitividade, reduzir perdas e garantir a satisfação dos clientes finais mesmo em tempos de fretes nas alturas.
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MARCOS MOREIRA CANGUSSU
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