No dia 4 de outubro, o Tribunal de Contas da União (TCU) entregou à Justiça Eleitoral uma lista contendo os nomes de 6.100 gestores que tiveram contas consideradas irregulares nos últimos oito anos. A entrega foi feita pelo presidente do TCU, Vital do Rêgo, ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.
Com essas informações, os juízes eleitorais de todo o Brasil poderão avaliar se os candidatos mencionados na lista estão aptos a concorrer nas eleições gerais de outubro. O levantamento abrange agentes públicos cujas contas de gestão foram reprovadas, com irregularidades que podem levar à inelegibilidade, conforme previsto na legislação.
A lista inclui 135 vereadores e 144 prefeitos de municípios de pequeno porte, entre outros. As contas são consideradas irregulares quando há omissões na prestação de contas, danos aos cofres públicos, desvios de recursos ou descumprimento das determinações do TCU.
As eleições estão agendadas para o primeiro turno em 4 de outubro, onde serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno, se necessário, ocorrerá em 25 de outubro para os cargos de governador e presidente, caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.

